Escolhemos fazer a visita ao Dun's River Falls e a Regae Hill. Foi a saída mais desorganizada de todas, nem conseguimos perceber para onde tinha ido o grupo com o nosso número. Lá fomos perguntando e como saiam todos do mesmo sítio, lá conseguimos encontrar o nosso grupo, depois de atravessar todo o porto. Apanhamos um autocarro, com uma guia local, a mais simpática de todo o cruzeiro, e fomos em direção a Ocho Rios.
Pelo caminho, a guia foi explicando alguns factos curiosos sobre o país e pudemos ver algumas paisagens maravilhosas da zona.
Neste primeiro vídeo, a guia explica a agricultura jamaicana, enquanto passamos uma plantação de bananas.
As Dunn’s River Falls são cataratas que se estendem por 183 metros e são um popular destino turístico da ilha, onde os turistas sobem as cataratas e vão mergulhando nas diversas lagoas que existem pelo caminho.
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| Créditos (http://www.dunnsriverfallsja.com) |
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| Créditos (http://www.dunnsriverfallsja.com) |
Pelo caminho ainda nos cruzamos com esta cabra, a passear no passeio.
De volta ao barco, fomos jantar ao restaurante sensação do Harmony of the Seas, o Wonderland. A decoração do restaurante é inspirada na Alice no País das Maravilhas.
Logo na entrada temos a porta que nos dá acesso ao reino mágico.
No andar de cima, do restaurante, está situado o bar, onde se podem beber cocktails fantasiosos, enquanto se espera pela mesa.
A nossa mesa tinha vista para a Boardwalk.
O empregado, trás o menu, com um pincel e um copo de água, a magia continua...
A carta das bebidas era eletrónica.
Toda a decoração nos remetia para o País das Maravilhas, desde as decorações de estuque, aos desenhos dos cogumelos, com pequenos seres...
Mas o melhor ainda estava para vir, e é mesmo a comida. Da melhor que comi na minha vida. A ementa era dividida em elementos da natureza: Sol, Gelo, Fogo, Mar e Terra. À semelhança dos melhores restaurantes, não escolhemos a ementa, perguntaram-nos se havia algo que não gostassemos ou fossemos alérgicos e tudo o resto foi surpresa.
A degustação começou com o elemento fogo, com os Buffalo Chicken Eggs, com um sabor fumado, onde o queijo azul se misturava com o picante.
Ainda na temática do fogo, o prato seguinte foi, para mim, o rei. O Shrimp Kataifi, um camarão com massa kataify, acompanhado de uma maionese com Scotch Bonnet, um picante caribeño.
Do fogo passamos para o mar. A Liquid Lobster derretia-se na boca, uma mistura de lagosta com medula e caviar.
Passamos de seguida para o gelo, com Ocean Citrus, um género de céviche com atum picante e granizado de Yuzu.
O prato seguinte levou-nos de volta ao mar. Um Branzino in Crispy Bread, um robalo emulsionado numa mistura picante de tamarindo.
E do mar passamos para a terra, com Slow Roasted Chichen, acompanhada de pele crocante e puré de batata.
Terminamos na terra com Terroir Beef, acompanhada de umas batatas que imitavam pedras, revestidas de algo preto.
A sobremesa foi o final perfeito para esta refeição de conto de fadas. A Forbidden Apple, com creme de framboesas, crumble de manteiga e gelado de iogurte.
E o World, que regaram na mesa com ganache de amendoim, para revelar o interior com mousse de chocolate Valrhona e gelado de caramelo salgado.



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