quarta-feira, 7 de março de 2018

Cruzeiro | Harmony of the Seas | Dia 4 | Jamaica

Quando acordamos já estávamos atracados em Falmouth, na Jamaica. A Jamaica é a terceira maior ilha das Caraíbas, com uma população estimada de 2,7 milhões de habitantes.


Escolhemos fazer a visita ao Dun's River Falls e a Regae Hill. Foi a saída mais desorganizada de todas, nem conseguimos perceber para onde tinha ido o grupo com o nosso número. Lá fomos perguntando e como saiam todos do mesmo sítio, lá conseguimos encontrar o nosso grupo, depois de atravessar todo o porto. Apanhamos um autocarro, com uma guia local, a mais simpática de todo o cruzeiro, e fomos em direção a Ocho Rios.


Pelo caminho, a guia foi explicando alguns factos curiosos sobre o país e pudemos ver algumas paisagens maravilhosas da zona.

Neste primeiro vídeo, a guia explica a agricultura jamaicana, enquanto passamos uma plantação de bananas.


De seguida, passamos junto ao porto e foi-nos explicado a importância das exportações na economia da Jamaica.


Passamos, depois, por uma das praias públicas da Jamaica a Flavours Beach, com uma cor azul hipnotizante. 


Por fim, a chegada a zona de Ocho Rios, o verdadeiro paraíso na terra.


A nossa primeira paragem foi o Dunns River Fall. Este parque é um dos tesouros nacionais da Jamaica, um dos mais bonitos locais da ilha.  Os espanhóis denominaram esta área de "Las Chorreras", que significa "as cachoeiras ou as nascentes".


As Dunn’s River Falls são cataratas que se estendem por 183 metros e são um popular destino turístico da ilha, onde os turistas sobem as cataratas e vão mergulhando nas diversas lagoas que existem pelo caminho.

Como não podia deixar de ser, arriscamos a subida. Aconselharam-nos a não levar máquina, arrependo-me de ter cumprido esse pedido. Não pude tirar fotos da subida, que é deslumbrante.
Para terem noção do que falo, coloco fotos do site oficial.
Créditos (http://www.dunnsriverfallsja.com)
Créditos (http://www.dunnsriverfallsja.com)
Créditos (http://www.dunnsriverfallsja.com)

Este local é obrigatório para quem visitar a Jamaica, de preferência por conta própria, uma vez que fazê-lo em grupos organizados faz com que tudo tenha de ser feito com muita pressa, não dá para desfrutar do local. 

Saímos do parque em direção à Reggae Hill, para almoçarmos e passarmos o resto do dia. Pelo caminho passamos por esta publicidade peculiar a uma ótica.



Chegamos a Reggae Hill onde a nossa guia se transformou em empregada de mesa e era ela que servia todos os nossos companheiros de excursão.



A Reggae Hill para além de ter mesas para podermos almoçar, tinha uma "loja" e um local para massagens.




Quando chegamos começaram a servir-nos as bebidas. Como não bebemos álcool, optamos pela limonada de melancia, que era deliciosa.



Depois iniciaram a servir uma degustação de pratos típicos jamaicanos. O primeiro foi Fruit of the Island - Ackee and Salt Fish.



O prato seguinte foi Sundried Polenta with Grilled Parsley Chicken


Depois serviram Mahi Mahi Tartare.


O prato seguinte foi  Reggae Jerk Chicken Spring Roll with Mango Chutney.


O último prato foi Coconut Basmati Rice with Cumin Curried Fish.


A sobremesa foi Chef's Signature Dessert - Chocolate Raison Cream Fudge Cake.


O Reggae Hill é uma floresta encantadora, com um rio de um azul turquesa lindo. Sentímo-nos no paraíso na terra.






Durante a tarde pudemos assistir a um espetáculo de dança típica da Jamaica, antes de iniciarmos o regresso ao barco.


Pelo caminho ainda nos cruzamos com esta cabra, a passear no passeio.


De volta ao barco, fomos jantar ao restaurante sensação do Harmony of the Seas, o Wonderland. A decoração do restaurante é inspirada na Alice no País das Maravilhas.


Logo na entrada temos a porta que nos dá acesso ao reino mágico.


No andar de cima, do restaurante, está situado o bar, onde se podem beber cocktails fantasiosos, enquanto se espera pela mesa.



A nossa mesa tinha vista para a Boardwalk.


O empregado, trás o menu, com um pincel e um copo de água, a magia continua...




 A carta das bebidas era eletrónica.


Toda a decoração nos remetia para  o País das Maravilhas, desde as decorações de estuque, aos desenhos dos cogumelos, com pequenos seres...







Mas o melhor ainda estava para vir, e é mesmo a comida. Da melhor que comi na minha vida. A ementa era dividida em elementos da natureza: Sol, Gelo, Fogo, Mar e Terra. À semelhança dos melhores restaurantes, não escolhemos a ementa, perguntaram-nos se havia algo que não gostassemos ou fossemos alérgicos e tudo o resto foi surpresa.



A degustação começou com o elemento fogo, com os Buffalo Chicken Eggs, com um sabor fumado, onde o queijo azul se misturava com o picante. 


Ainda na temática do fogo,  o prato seguinte foi, para mim, o rei. O Shrimp Kataifi, um camarão com massa kataify, acompanhado de uma maionese com Scotch Bonnet, um picante caribeño.


Do fogo passamos para o mar. A Liquid Lobster derretia-se na boca, uma mistura de lagosta com medula e caviar.


Passamos de seguida para o gelo, com Ocean Citrus, um género de céviche com atum picante e granizado de Yuzu.


O prato seguinte levou-nos de volta ao mar. Um Branzino in Crispy Bread, um robalo emulsionado numa mistura picante de tamarindo.


E do mar passamos para a terra, com Slow Roasted Chichen, acompanhada de pele crocante e puré de batata.


Terminamos na terra com Terroir Beef, acompanhada de umas batatas que imitavam pedras, revestidas de algo preto.


A sobremesa foi o final perfeito para esta refeição de conto de fadas. A Forbidden Apple, com creme de framboesas, crumble de manteiga e gelado de iogurte.


E o World, que regaram na mesa com ganache de amendoim, para revelar o interior com mousse de chocolate Valrhona e gelado de caramelo salgado.


Depois de jantar, ainda tivemos a oportunidade de ver um espetáculo, na Boardwalk.

Sem comentários:

Enviar um comentário