quarta-feira, 14 de março de 2018

Cruzeiro | Harmony of the Seas | Dia 5 | Navio

O quinta dia foi passado a bordo, entre a Jamaica e o México. Quando acordamos podemos ver as ilhas por onde estávamos a passar, o que justifica a opção pela cabine com varanda exterior.


Como era um dia para relaxar, a bordo, optamos por ir tomar o pequeno-almoço ao restaurante. Foi uma excelente opção.
A ementa do pequeno-almoço no restaurante é composta por uma grande variedade de iguarias, para começar pedimos fruta da época.

Harmony of the Seas | Seasonal Fruit
Depois veio uma omelete de tomate e cogumelos, acompanhada de batata gratinada, espargos, tomate e cogumelos.

Harmony of the Seas | Omelet
De seguida pedimos umas panquecas, acompanhadas de natas batidas (sem açúcar), compota de morango e Golden Syrup.

Harmony of the Seas | Buttermilk Pancake
Pedimos, também, uns ovos benedict, deliciosos, acompanhado de espargos, tomate grelhado e batatas gratinadas.

Harmony of the Seas | Eggs Benedict
Para finalizar, uma das especialidades americanas que mais gosto, a French Toast, acompanhada de compota de morango, golden syrup e natas batidas.

Harmony of the Seas | French Toast
Depois do pequeno-almoço fomos assistir a um espetáculo de luz negra, na zona juvenil, na Adventure Ocean, o Away We Go!

Harmony of the Seas | Away We Go!

O espetáculo utiliza luz negra e iluminação, criando a ilusão de que os fantoches estão a flutuar no fundo preto. É anunciado como o primeiro musical "que brilha no escuro".
Harmony of the Seas | Away We Go!

Demos uma volta pelo navio, para conhecer mais zonas este quadro chamou-me à atenção. As obras de arte espalhadas pelo navio, são todas de extremo bom gosto.

Harmony of the Seas | Art
Tínhamos agendado outro espetáculo depois de almoço. O Big Daddy's Hideaway Heist decorre na piscina e é uma comédia, com muitas acrobacias pelo meio.

Harmony of the Seas | Big Daddy's Hideaway Heist










Depois do espectáculo fomos conhecer o resto do navio. Uma das principais atrações do barco é o Ultimate Abyss, que é um par de escorregas com 65 metros de comprimento, que atravessa 10 decks. Os utilizadores sentam-se em cima de um tapete que facilita o deslizar, permitindo atingir uma velocidade superior a 14km/h.
Como não sou dada a desportes radicais e li que muita gente fazia queimaduras a descer, optei por não experimentar.

Harmony of the Seas | Ultimate Abyss
O interior do escorrega é escuro e está equipado com um conjunto de luzes intermitente e um sistema de áudio, que acompanha toda a viagem.

Harmony of the Seas | Ultimate Abyss
Da Boarwalk pode ver-se a parede de escalada, que tem início no Deck 11.

Harmony of the Seas | Parede de Escalada
Apanhamos o elevador e fomos até ao 15º piso, o piso das piscinas, onde existem piscinas para todos os gostos, apesar de todas pequenas, para meu gosto. 

Harmony of the Seas | Perfect Storm Waterslide 
Harmony of the Seas | Deck Chairs



Harmony of the Seas | Deck Chairs

Harmony of the Seas | Beach Pool
Harmony of the Seas | Central Park visto do Deck 15
É também no Deck 15 que fica localizado o Padi Center, um local onde são ministrados cursos de mergulho e visitas guiadas com mergulho.

Harmony of the Seas | Padi 5 Star Dive Center
No mesmo piso existe, ainda, um campo de minigolf, decorado com esculturas alusivas ao mar, chamado Harmony Dunes.

Harmony of the Seas | Harmony Dunes
Harmony of the Seas | Harmony Dunes
O outro local deste deck é o campo desportivo onde é possível jogar basquetebol, futebol, voleibol, etc.

Harmony of the Seas | Sports Court
 Subimos ao deck 16 onde estão as experiências mais radicais. Para além da entrada para o Ultimate Abyss, que já referi, neste piso estão as piscinas de ondas, Flowrider.

Harmony of the Seas | Flowrider

Harmony of the Seas | Flowrider

Harmony of the Seas | Flowrider

Harmony of the Seas | Flowrider
Descaemos até ao oitavo piso para visitar o Dazzles, um bar com música ao vivo, um palco central e uma pista de dança.

Harmony of the Seas | Dazzles
Um dos encantos do barco é o facto de ter várias aberturas que permitem ver outras áreas.

Harmony of the Seas | Boardwalk from Dazzles
Outro facto curioso, são os ecrãs espalhados pelo navio que nos davam diversas informações sobre o que se estava a passar naquele momento e os grandes números do barco.

Harmony of the Seas | Information

Harmony of the Seas | Information
Voltamos ao camarote, a tempo de assistir a um fantástico por do sol, no mar das Caraíbas.

Harmony of the Seas | Sunset
Esta era a segunda noite formal no navio, a famosa noite da lagosta. Chegamos ao restaurante e já tínhamos o nosso prato de queijos à espera.

Para entrada pedimos arancini, uma especialidade italiana, que eu já tinha experimentado em Roma e adorado, mas que não me encheu as medidas.

Harmony of the Seas | Arancini
Pedimos ainda uma sopa de tomate, com croutons de pão de alho e queijo parmesão.

Harmony of the Seas | Tomato Bisque
E também cocktail de camarão, na sua versão americana, que eu já tinha provado em Las Vegas e não tinha gostado. Nesta versão o camarão é acompanhado de um molho cocktail à base de rabanete.

Harmony of the Seas | Chilled Shrimp
Para prato principal pedimos todos o mesmo... a famosa Lagosta! Estava simplesmente divinal, eles sabem mesmo como a cozinhar no ponto certo. Foi a melhor lagosta da minha vida. Vinha acompanhada com legumes, arroz de açafrão e molho de manteiga.

Harmony of the Seas | Broiled Lobster
De sobremesa pedimos um Souflé de Chocolate

Harmony of the Seas | Chocolate Souflé
Harmony of the Seas | Peach Semifreddo
Harmony of the Seas | Meringue Lemon Pie
Depois de jantar fomos experimentar o famoso Bionic Bar. Um bar em que o barman é um robot e tudo é escolhido num ecrã de um tablet.


Harmony of the Seas | Bionic Bar

quarta-feira, 7 de março de 2018

Cruzeiro | Harmony of the Seas | Dia 4 | Jamaica

Quando acordamos já estávamos atracados em Falmouth, na Jamaica. A Jamaica é a terceira maior ilha das Caraíbas, com uma população estimada de 2,7 milhões de habitantes.


Escolhemos fazer a visita ao Dun's River Falls e a Regae Hill. Foi a saída mais desorganizada de todas, nem conseguimos perceber para onde tinha ido o grupo com o nosso número. Lá fomos perguntando e como saiam todos do mesmo sítio, lá conseguimos encontrar o nosso grupo, depois de atravessar todo o porto. Apanhamos um autocarro, com uma guia local, a mais simpática de todo o cruzeiro, e fomos em direção a Ocho Rios.


Pelo caminho, a guia foi explicando alguns factos curiosos sobre o país e pudemos ver algumas paisagens maravilhosas da zona.

Neste primeiro vídeo, a guia explica a agricultura jamaicana, enquanto passamos uma plantação de bananas.


De seguida, passamos junto ao porto e foi-nos explicado a importância das exportações na economia da Jamaica.


Passamos, depois, por uma das praias públicas da Jamaica a Flavours Beach, com uma cor azul hipnotizante. 


Por fim, a chegada a zona de Ocho Rios, o verdadeiro paraíso na terra.


A nossa primeira paragem foi o Dunns River Fall. Este parque é um dos tesouros nacionais da Jamaica, um dos mais bonitos locais da ilha.  Os espanhóis denominaram esta área de "Las Chorreras", que significa "as cachoeiras ou as nascentes".


As Dunn’s River Falls são cataratas que se estendem por 183 metros e são um popular destino turístico da ilha, onde os turistas sobem as cataratas e vão mergulhando nas diversas lagoas que existem pelo caminho.

Como não podia deixar de ser, arriscamos a subida. Aconselharam-nos a não levar máquina, arrependo-me de ter cumprido esse pedido. Não pude tirar fotos da subida, que é deslumbrante.
Para terem noção do que falo, coloco fotos do site oficial.
Créditos (http://www.dunnsriverfallsja.com)
Créditos (http://www.dunnsriverfallsja.com)
Créditos (http://www.dunnsriverfallsja.com)

Este local é obrigatório para quem visitar a Jamaica, de preferência por conta própria, uma vez que fazê-lo em grupos organizados faz com que tudo tenha de ser feito com muita pressa, não dá para desfrutar do local. 

Saímos do parque em direção à Reggae Hill, para almoçarmos e passarmos o resto do dia. Pelo caminho passamos por esta publicidade peculiar a uma ótica.



Chegamos a Reggae Hill onde a nossa guia se transformou em empregada de mesa e era ela que servia todos os nossos companheiros de excursão.



A Reggae Hill para além de ter mesas para podermos almoçar, tinha uma "loja" e um local para massagens.




Quando chegamos começaram a servir-nos as bebidas. Como não bebemos álcool, optamos pela limonada de melancia, que era deliciosa.



Depois iniciaram a servir uma degustação de pratos típicos jamaicanos. O primeiro foi Fruit of the Island - Ackee and Salt Fish.



O prato seguinte foi Sundried Polenta with Grilled Parsley Chicken


Depois serviram Mahi Mahi Tartare.


O prato seguinte foi  Reggae Jerk Chicken Spring Roll with Mango Chutney.


O último prato foi Coconut Basmati Rice with Cumin Curried Fish.


A sobremesa foi Chef's Signature Dessert - Chocolate Raison Cream Fudge Cake.


O Reggae Hill é uma floresta encantadora, com um rio de um azul turquesa lindo. Sentímo-nos no paraíso na terra.






Durante a tarde pudemos assistir a um espetáculo de dança típica da Jamaica, antes de iniciarmos o regresso ao barco.


Pelo caminho ainda nos cruzamos com esta cabra, a passear no passeio.


De volta ao barco, fomos jantar ao restaurante sensação do Harmony of the Seas, o Wonderland. A decoração do restaurante é inspirada na Alice no País das Maravilhas.


Logo na entrada temos a porta que nos dá acesso ao reino mágico.


No andar de cima, do restaurante, está situado o bar, onde se podem beber cocktails fantasiosos, enquanto se espera pela mesa.



A nossa mesa tinha vista para a Boardwalk.


O empregado, trás o menu, com um pincel e um copo de água, a magia continua...




 A carta das bebidas era eletrónica.


Toda a decoração nos remetia para  o País das Maravilhas, desde as decorações de estuque, aos desenhos dos cogumelos, com pequenos seres...







Mas o melhor ainda estava para vir, e é mesmo a comida. Da melhor que comi na minha vida. A ementa era dividida em elementos da natureza: Sol, Gelo, Fogo, Mar e Terra. À semelhança dos melhores restaurantes, não escolhemos a ementa, perguntaram-nos se havia algo que não gostassemos ou fossemos alérgicos e tudo o resto foi surpresa.



A degustação começou com o elemento fogo, com os Buffalo Chicken Eggs, com um sabor fumado, onde o queijo azul se misturava com o picante. 


Ainda na temática do fogo,  o prato seguinte foi, para mim, o rei. O Shrimp Kataifi, um camarão com massa kataify, acompanhado de uma maionese com Scotch Bonnet, um picante caribeño.


Do fogo passamos para o mar. A Liquid Lobster derretia-se na boca, uma mistura de lagosta com medula e caviar.


Passamos de seguida para o gelo, com Ocean Citrus, um género de céviche com atum picante e granizado de Yuzu.


O prato seguinte levou-nos de volta ao mar. Um Branzino in Crispy Bread, um robalo emulsionado numa mistura picante de tamarindo.


E do mar passamos para a terra, com Slow Roasted Chichen, acompanhada de pele crocante e puré de batata.


Terminamos na terra com Terroir Beef, acompanhada de umas batatas que imitavam pedras, revestidas de algo preto.


A sobremesa foi o final perfeito para esta refeição de conto de fadas. A Forbidden Apple, com creme de framboesas, crumble de manteiga e gelado de iogurte.


E o World, que regaram na mesa com ganache de amendoim, para revelar o interior com mousse de chocolate Valrhona e gelado de caramelo salgado.


Depois de jantar, ainda tivemos a oportunidade de ver um espetáculo, na Boardwalk.